De onde vem a palavra “proteína”?
O nome foi sugerido em 1838 e vem do grego: algo como “de primeira importância”. Não poderia ser mais apropriado.
Em 1838, o químico holandês Gerardus Mulder estudava substâncias presentes em ovos, sangue e plantas. Foi o sueco Jöns Jacob Berzelius quem lhe sugeriu, por carta, o nome “proteína”, do grego proteios — “primário”, “de primeira importância”.
Hoje sabemos que a escolha foi certeira: proteínas transportam oxigênio, aceleram reações químicas, formam estruturas, levam mensagens entre células e permitem que neurônios se comuniquem.
O conjunto de todas as proteínas de uma célula ou tecido é o proteoma — e a ciência que o estuda é a proteômica, a especialidade do LNP.
